“First of all, I’m not outspoken,” she said before
her team’s first send-off game against Japan. “Say what you want about
the tweets, say what you want about ‘opinionated.’ I would tell you
right now: People don’t know me. They don’t know where I came from, they
make their judgments off some stupid social media thing, and I’ll take
my critics for what [they are]. Nobody really knows who I am, where I
came from, what’s in my heart, why I believe in the things I believe,
what I see behind the scenes and they don’t see. Unfortunately, people
think I’m negative and bitter all the time, and that’s not the case.
It’s all about perspective,” Solo added.”
Jade Bailey, jogadora da selecção da Inglaterra Sub-17, juntou-se a David Beckham com a tocha Olímpica na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos. Uma noite que Jade jamais esquecerá e que deixa o futebol feminino orgulhoso.
A Suécia é campeã da Europa de sub-19, no futebol feminino, depois de ter batido a Espanha, na final, em Antalya, na Turquia,
com um golo no prolongamento, depois de um nulo no tempo regulamentar.
Curiosamente,
a autora do golo solitário,
numa equipa recheada de loiras, é bem morena tem
um apelido bem castelhano: Malin Diaz. O golo que valeu o título só
surgiu
na segunda parte do prolongamento, aos 108
minutos.
Numa competição dominada pela Alemanha, que já soma
quatro títulos,
a Suécia garantiu este sábado o seu primeiro. A
Espanha perdeu, assim, a oportunidade de juntar mais um troféu aos já
conquistados
pelas seleções masculinas, quer no Euro-2012,
quer nos sub-19.
A Seleção Feminina venceu a primeira partida pela Copa da Suíça,
no Stade du Lussy, em Châtel Saint Denis, contra a Colômbia,
equipe que também estará nas Olimpíadas de Londres. O jogo terminou
2 a 1 para o Brasil, com gols de Rosana e Formiga.
A Colômbia chegou primeiro ao gol brasileiro, com um chute
forte de fora da área. Mas a bola foi para fora.
Com duas jogadas pelo lado esquerdo, com Maurine, a
Seleção chegou à linha de fundo. Mas na hora de finalizar, a zaga
colombiana conseguiu tirar a bola.
Apesar da pressão colombiana, o primeiro gol do jogo foi
brasileiro. A zagueira Bruna Benites tocou no lado direito para
Thaisinha que, muito marcada, disputou a bola no alto, ganhou e
cabeceou para Marta. A camisa 10 da Seleção rolou para Rosana, que
abriu o placar. Brasil 1 a 0.
Formiga entrou no lugar de Rosana e marcou o segundo gol
do Brasil. Marta cobrou falta frontal na entrada da grande, a bola
bateu no travessão, e Formiga, de cabeça, ampliou a diferença para
a Seleção.
A selecção francesa continua invencível na sua preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. No jogo de ontem frente à Russica as francesas venceram por 3-0 com golos de Thiney e Delie (2) .
Christine Sinclair marcou o seu 135º golo internacional e ajudou o Canadá a vencer a Colômbia por 1-0 num jogo de preparação para os Jogos Olímpicos.
O golo de Sinclair foi marcado ao minuto 30. Laura Sesselmann fez o passe pelo lado esquerdo antes the Sinclair, com o sue remate potente, colocar as Canadianas na frente do marcador.
Assim com este golos, Sinclair passa a ser a 3º jogadoras com mais golos internacionais a competir com Mia Hamm (158) e Abby Wambach (138).
Diana Matheson marcou a sua presença no 133º pelo Canadá passandoAndrea Neil como a segunda jogadora mais internacional de sempre a nível nacional.
A FIFA aprovou, ontem, a utilização de véu islâmico em competições
oficiais causando euforia entre os países do Golfo Pérsico,
especialmente no Qatar, país organizador do campeonato do mundo de
futebol feminino em 2022.
A medida foi anunciada em
Zurique, depois de receber o voto positivo do "Board" da FIFA, o único
órgão autorizado a modificar as regras do futebol. A alteração surgiu
depois de os técnicos se certificarem que o uso de véus em competições
desportivas não prejudica a segurança.
"Não vamos ser lançadas
para o estrelato mundial, mas a decisão estabelece o respeito pelas
diferentes religiões", afirmou a presidente do comité das mulheres
desportistas do Kuwait, Sheikha Naima Al Sabah, à AFP. Declarações
semelhantes surgiram no Qatar, Emirados Árabes Unidos e Bahrein. "O
número de mulheres que jogam futebol vai disparar", disse o responsável
do futebol feminino no Qatar, Hani Ballan. O Omã, que não tem equipa de
futebol feminina, e a Arábia Saudita, que proíbe as mulheres de
praticarem qualquer atividade desportiva pública, recusaram-se a
comentar a decisão do órgão máximo do futebol mundial.
Em termos
financeiros, o desaparecimento desse obstáculo à participação de equipas
árabes em competições futuras como campeonatos mundiais e olímpicos,
também será um fator revolucionário para os cofres da FIFA e do negócio
desportivo.